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Artigo

“UM OLHAR SOBRE A CIDADE – 7” Entrevista com ex-vereador Ilídio da Silva Neto

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FONTE

Seguindo o curso da   legislação em vigor, em poucos meses, conhecermos quem serão os novos responsáveis pelos destinos políticos do município de Araputanga, isto é, quem serão aqueles que passarão a mandar no município.

Tendo o enunciado acima como pano de fundo, considerando que passamos o contexto do aniversário de fundação da cidade, a reportagem da Folha ouviu, em entrevista, o Diretor de honra do site ao lançar a edição de número sete de “Um Olhar Sobre a Cidade”. ACOMPANHE A ENTREVISTA CLICANDO AQUI.

AS CRÍTICAS

Em suas respostas, Ilídio da Silva Neto  não se mostrou otimista ao analisar o que já foi feito e o que a população ainda pode esperar da atual gestão, comandada pelo prefeito e pelo vice que assumiu o cargo por ordem da Justiça, entre 24 de agosto de 2015 e 28 de abril de 2016. Não foram poupadas críticas aos vereadores, apontados como responsáveis por promover a fiscalização da aplicação dos recursos financeiros destinados ao Município.

ORIENTAÇÕES

O entrevistado orienta ao povo para elevar preces à Deus, para que o Criador tenha piedade e envie políticos que retomem o desenvolvimento da cidade; durante a entrevista Ilídio aplicou nota zero aos políticos atuais e alertou ao eleitor para analisar com cautela os nomes que vão se apresentar para governar os destinos da cidade.

AS QUESTÕES DA ENTREVISTA

A entrevista pode ser ouvida aqui. As perguntas foram:

01 – O povo ainda pode esperar algo?

02 – Mas o dinheiro continua a entrar nas contas!

03 – No cenário político araputanguense, há alternativas que possam resgatar a credibilidade da Administração pública?

04 – Quem pode, foi embora...  porém, milhares de pessoas estão submetidos às falhas e faltas na iluminação, no fornecimento de água, falta de medicamento, estradas abandonadas e pontes caindo; o araputanguense ficou dominado?

04 – Não temos mais, pelo menos não temos visto, alvoradas festivas, obras novas inauguradas, a frota e o maquinário vão ficando desgastados, o servidor público às vezes desvalorizado; no conjunto, a cidade e o município vão ficando sucateados. Se o eleitor errar de novo, a retomada do desenvolvimento pode ser adiada mais uma vez?

05 – O Executivo errou sozinho?

06 – No passado e, durante estes três anos você alertou que a cidade ficaria ruim. O que você sente, ao ver sua previsão se concretizando?

07 – Vamos ser francos, você esperava que as condições de Araputanga pudessem ficar tão ruim como ficou nesses três anos e cinco meses?

08 - No final dos quatro anos, a atual gestão terá recebido cerca de 110 milhões de reais; é muito dinheiro?

09 – A cidade pode superar o atual quadro de caos?

10 – Ilídio, eu agradeço pela entrevista. Algo a acrescentar?  

AS IMAGENS

Ao gravar a entrevista, a reportagem percorreu ruas e avenidas da cidade, partindo do Residencial Água Boa, onde um lixão de entulho vai sendo formado, a contragosto dos moradores.

Antes de passar pelo trevo, e pelas vias cujo meio-fio estão pintados de branco, percorremos também, as ruínas do barracão da antiga Casemat, hoje, propriedade municipal. O terreno  público guarda muito matagal, a instalação onde existe a balança está depredada e o galpão, incendiado várias vezes, tem paredes em pé, muito ferro retorcido pelo fogo e, pneus velhos.

OS BAIRROS      

Para ter uma visão mais ampla da cidade,  passamos pelos Bairros: Jardim do Brás, Centro, imediações do Lago Azul, Bairro São Sebastião e, Bairro São José. Em estado de calamidade estão alguns trechos das ruas Mem de Sá, próximo à Cadeia Pública, Rua Antenor Mamedes e Limiro Rosa, principalmente nas proximidades do Córrego do Bacuri.

DELIMITAÇÃO

É lógico que a matéria não pretende explorar as dezenas de dificuldades que o cidadão araputanguense enfrenta, entre eles, sinalização falha, quebra-molas fora da medida, iluminação pública deficitária, questões relacionadas à saúde e ao transporte.

CONHECER A OPINIÃO DO ENTREVISTADO

“Um Olhar Sobre a Cidade, edição de número 7” aproveita o giro de 18,3 km percorrido apenas para uma avaliação superficial de forma visual e, colher a opinião do entrevistado.